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Período de campanha
03/05/2017 - 14/06/2017 (42 dias)
Bolsas de reportagens AzMina 2017

Proposto por

AzMina

São Paulo

Direitos Humanos

É jornalismo investigativo para mulheres de A a Z

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A gente sabe que o jornalismo brasileiro vai mal das pernas. A gente reclama de falta de representatividade feminina e negra, a gente critica viés político disfarçado de notícia, a gente pede pautas que mostrem a realidade das minorias, e nada muda.

Mas na Revista AzMina a gente faz diferente. Sabe por quê? Porque a gente não tem rabo preso. Fazer jornalismo custa dinheiro, e quando quem paga a conta é o anunciante, o veículo pode estar mais comprometido com as marcas do que preocupado com os leitores. Na Revista AzMina, marcas e empresas não chegam perto do jornalismo. Nosso compromisso é com as leitoras e leitores, porque o nosso trabalho só é possível graças aos mais de 1000 microfinanciadores que que garantem a liberdade editorial deste projeto.

Com menos de 2 anos de existência já nos tornamos referência em jornalismo feminista. Em 2016, o reconhecimento veio na forma do apoio da Ford Foundation (que financiou duas bolsas de reportagem no ano passado) e do nosso primeiro prêmio jornalístico por esta série aqui. E nós queremos mais.

Desta vez, AzMina quer financiar 12 grandes séries de reportagens investigativas sobre temas que simplesmente não podem passar batidos. Histórias que só serão contadas se você acreditar que elas são importantes. Por isso, mais uma vez a gente convida você a fazer parte do time de apoiadores da Revista AzMina. Qualquer apoio é válido, porque somos muitas, e juntas somos mais fortes.

Se você acredita nesse projeto, faça parte. Financiando AzMina você possibilita que a gente continue produzindo conteúdo aberto e gratuito para que pessoas que não podem pagar por informação também tenham acesso a um jornalismo de qualidade. Apoie com quanto puder, convide os amigos, a família, o papagaio e - por quê não? - aquele amigo que anda precisando conhecer um pouco mais sobre o que é ser mulher no Brasil. O jornalismo independente depende de você.

De 7% a 25% das pessoas que vivem no Ocidente têm transtornos mentais não psicóticos. Mas são as mulheres que puxam os números pra cima: nelas, a incidência é de 20%, neles, 12,5%. Será que as mulheres têm mesmo mais problemas mentais ou elas apenas são mais abertas a admitir isso? Será que toda mulher diagnosticada tem mesmo um problema mental ou apenas não se enquadra no que a sociedade machista espera dela? Ou, se ela efetivamente sofre de mais transtornos, o que tem provocado esses transtornos? Será que a sobrecarga da dupla jornada e a violência de gênero têm algo a ver com isso? Como vivem as mulheres em clínicas psiquiátricas? E as mulheres que cometeram crimes devido à loucura e cumprem penas em presídios comuns? Como o estereótipo da loucura feminina afeta todas nós?

Privilegiada por possuir vastos recursos naturais e grandeza territorial, Minas Gerais está no topo do país quando o assunto é economia, mas lidera também outro ranking que esconde um grave problema social. Nas rodovias federais que cortam o estado verifica-se um alto índice de exploração sexual de crianças e adolescentes, o que coloca Minas em primeiro lugar na classificação dos estados que mais apresentam pontos vulneráveis a exploração de menores, de acordo com pesquisas recentes. Esta pauta tem como intuito atualizar os dados, percorrer e analisar pontos críticos e de alto risco e analisar os principais eixos rodoviários federais. É necessário explicar o que configura como exploração sexual de crianças e adolescentes, conversar com vítimas desse abuso e entender como chegaram nesta situação, ouvir o Estado e comparar a realidade a outros estados do país.

Em fevereiro deste ano foi inaugurada pela primeira vez uma turma de mulheres no Exército que poderão atuar nas frentes de combate. No entanto, elas só poderão atingir a mais alta patente do Exéricito, como generais, em 2063. A participação foi garantida por meio de uma lei sancionada pela presidenta Dilma em 2012. Até então, o ingresso de mulheres no Exército estava restrito às funções médicas e administrativas. A turma de 2017 conta com 40 meninas (e 400 meninos) que disputaram as vagas em uma densidade de candidatos superior aos cursos de Medicina mais concorridos do país e indica a grande demanda das mulheres por vagas do tipo. Queremos acompanhar por meio de uma reportagem predominantemente visual a trajetória dessas meninas ao longo do primeiro ano de formação, as mudanças nos seus corpos, os seus anseios e as dificuldades em estar em um ambiente preponderantemente masculinizado e militarizado.

O aumento de modelos negros nas passarelas brasileiras tem sido evidente, graças a muitas discussões que tornaram essa pauta popular. Em um ambiente opressor como o da moda, a inclusão é positiva, mas ainda assim as mulheres e homens negros que sonham com uma carreira enfrentam muita resistência no mercado. Como isso se reflete na vida prática? Quais são as ações que estão sendo tomadas pelas marcas e agências para que esse quadro se equilibre de fato? Como as mulheres e homens negros se vêem no mercado da moda hoje em dia? Qual a média de cachê para modelos negros para desfiles de passarela e editoriais hoje? Vamos investigar as opiniões de estudiosos da moda, filmar depoimentos de modelos e ter uma ideia de como esta indústria está sendo impactada pela discussão da "diversidade e inclusão" que temos visto no Brasil. E o que está mudando de fato.

"Não existe nada mais machista que a natureza", disse minha mãe, ao constatar os sintomas da menopausa. Para ela, só podia ser machismo a natureza lhe engordar pura e simplesmente porque não havia mais, em seu corpo, uma função reprodutiva. Foi um desabafo pessoal, mas é inegável que lidar com esse assunto ainda é tabu de forma bem universal. Em um país cuja expectativa de vida feminina gira em cerca de 78 anos, segundo o IBGE, fala-se muito pouco sobre a fase da vida em que nós, mulheres, deixamos de produzir uma série de hormônios. Considerando que a maioria passa por isso por volta dos 50 anos, uma grande parte da vida das mulheres se dá sob essa nova condição. Como atravessar isso em uma sociedade que cultua a juventude? Que alternativas temos? A reportagem pretende investigar o que significa ser mulher e envelhecer no Brasil. Vamos visitar lugares em que a expectativa de vida é alta e, em outro extremo, onde é mais baixa para conhecer como vivem essas mulheres: o que acontece com o corpo e com a mente, a dificuldade em encontrar profissionais médicos que abordem o envelhecimento de um ponto de vista multidisciplinar, as terapias de reposição hormonal (riscos e benefícios), os tratamentos alternativos.

A laicidade do estado brasileiro, embora assegurada pela Constituição de 1988, é posta em xeque a todo instante. Da inscrição "Deus seja louvado" ao cruxifixo na plenária do STF, do ensino religioso nas escolas à perseguição às religiões de matriz africana, inúmeros são os exemplos onde o estado brasileiro privilegia os interesses de certos grupos religiosos. Esta reportagem pretende mapear as leis e projetos de leis que ameaçam a laicidade, apurando quais grupos se beneficiam e quais são prejudicados por essas condutas do estado. Analisaremos também os perfis do principais pré candidatos à presidência em 2018. Qual é a relação de Geraldo Alckmin, Marina Silva e Jair Bolsonaro com a religião? Em que momentos de suas trajetórias a crença tangenciou decisões políticas? Que relacionamentos políticos estão relacionados a vínculos com insttuições religiosas e como esses agrupamentos podem impactar a política brasileira, especialmente para mulheres e outras minorias?

Depois de denunciar a violência e buscar ajuda, o que acontece com a mulher? O passo seguinte à delegacia é o sistema judiciário, onde as medidas protetivas são negadas ou concedidas, onde os processos contra os agressores são levados adiante, onde as guardas dos filhos são decididas e também onde homens acusados de feminicídio são julgados. Mas o sistema judiciário é machista, criado e feito majoritariamete por homens - somente 36% dos magistrados brasileiros são mulheres. E de muitas maneiras, as mulheres são violentadas novamente. Essa série de reportagens se propõe a investigar isso.

A pauta pretende, a partir de entrevistas, dados, imagens e infográficos, investigar como a gordofobia dita as regras no nosso cotidiano, seja na indústria da moda quanto na da saúde, passando pelos relacionamentos sociais. Explorar esse assunto é mostrar que a falta de aceitação do corpo gordo ultrapassa os limites do padrão de beleza e se fixou no que é considerado normal pelo mundo que, até mesmo dentro de movimentos sociais, é difícil o termo gordofobia ser compreendido como algo além do bullying contra quem é gordo. A série de reportagens pretende abordar como a gordofobia cria bizarrices nas numerações de roupas e na pouca oferta de vestimentas para pessoas gordas, tornando difícil o dia a dia de mulheres - principalmente mais pobres. Também abordará o discurso gordofóbico da saúde e como isso prejudica a vida das mulheres gordas- como no caso das cirurgias bariátricas: o Brasil é o segundo maior país em cirurgias bariátricas realizadas, no ano passado, 76% dos 100,5 mil pacientes eram mulheres. E, finalmente, falar da gordofobia nas interações sociais, uma pesquisa da Catho indicou que 68% de diretores preferem não contratar uma pessoa gorda.

Ser ou não ser mãe? Simplesmente uma decisão da própria mulher. Certo? Não exatamente! Após a decisão de ter um(a) filho(a), a maioria das lésbicas passará horas, dias, meses e ou até anos se bombardeando de buscas infinitas por conceitos e prós e contras da inseminação artificial ou da caseira, sobre fertilização in vitro convencional ou injeção intracitoplasmática de espermatozóides, adoção ou até a ROPA (Recepção de Ovócitos da Parceira). Dá para fazer pelo SUS? Quanto custa todo o procedimento em uma clínica segura? Pode mesmo dar certo se eu fizer em casa ou é fantasia de The L Word? Como fica a parentalidade no registro? E pra adotar, qual o caminho? E como lidar com a questão "não ter um pai"? Nesta série, investigaremos as reais possibilidades para mulheres lésbicas que, assim como eu, também querem "poder" escolher ser mães. Faremos um mapeamento detalhado dos métodos possíveis e os mais utilizados hoje e investigaremos questões burocráticacas que interferem diretamente na escolha de se ter um(a) filho(a) sendo uma mulher lésbica solteira ou um casal de mulheres, como contratos de parentalidade, licença maternidade para a mãe que não pariu e a legalidade da dupla maternidade, além de especificidades e mitos que rondam a vida de crianças filhas de duas mães.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em 1943, excluiu as trabalhadoras domésticas dos direitos trabalhistas e só em 1972 com a Lei nº 5,859 elas passaram a ter direito a carteira assinada, ainda assim, até 2013, somente 20% exerciam esse direito. Em 24 de abril de 2014, a relatora da PEC das Domésticas e deputada federal, Benedita da Silva, vestiu um uniforme de empregada para discursar na tribuna, em luta e comemoração pelo dia da empregada doméstica. O IPEA divulgou em março de 2017 o queda de 35% do número de mulheres entre 18 e 29 anos que trabalhavam como empregadas domésticas nos últimos 20 anos, além do envelhecimento dessa categoria, prioritariamente negra. A hipótese, é que esse ciclo foi rompido, de avós, filhas e netas empregadas domesticas. A reportagem quer investigar para onde foram essas mulheres e o que mudou nesses 20 anos.

As mulheres em situação de rua representam um grupo peculiar, e pequeno, formado por 4.964 pessoas, ou seja, 18% de um total de 31.922 que vivem em estado de vulnerabilidade social no país. A virada da luta do movimento feminista no Brasil não pode passar ao largo da visibilidade à vivência da mulher em situação de rua. Na série investigativa "AzMina da Rua", vamos dar visibilidade às histórias de mulheres, vítimas de exploração, que sofrem com preconceitos de gênero e que persistem em uma existência digna e forte. Quem são as mulheres que vivem em situação de rua no Brasil? Quais desafios elas enfrentam? Como chegam nesta condição? Como podemos mudar esta realidade?

A reportagem proposta investiga litígios e acordos sobre cuidados parentais no Brasil. Além de entrevistar operadores do Direito, psicólogos especializados, mulheres e homens, a pauta se debruça sobre os textos do psiquiatra forense Richard Gardner, criador do conceito de "alienação parental", encorporado à legislação brasileira, notório por minimizar o sofrimento provocado pelo abuso sexual, criticar a reação "histérica" das mulheres e encorajar a convivência da criança com pais abusadores. Como a lei da alienação parental desqualifica mulheres e cala crianças, obrigadas a viverem com abusadores? Como a legislação da guarda compartilhada, que representa uma avanço na divisão de cuidados, se desvirtua em instrumento de controle das mulheres?

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Foto de Julia Rodrigues: Impressão em Fine Art 30X45cm
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Foto de Maria Ribeiro: Impressão digital tamanho 21X15cm
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Adesivo com a arte que a Laerte fez especialmente pr'AzMina
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Tatuagem removível da Conspiração Libertina
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Ímã de geladeira pra espantar o machismo
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Porta-latas "Meu copo, minhas regras"
Project thumb facebook uploads 2fproject 2fimage 2f3669 2f02 mariana degani detalhe
Pôster de Mariana Degani (detalhe)
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Pôster com ilustração da artista plástica e cantora Mariana Degani
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Recompensa #1
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Residência vitalícia em nossos corações!


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Link pra baixar um pôster da cantora e artista plástica Mariana Degani em alta resolução. Você confere o trabalho na galeria!


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Porta lata "meu copo, minhas regras" (espia na galeria!)


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Imã de geladeira pra espantar o machismo!
(Tem foto na galeria!)


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Tatuagem removível da Conspiração Libertina - pra botar homem folgado no seu devido lugar! (Confere ela na nossa galeria!)


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Livro "Você já é feminista", organizado pela Nana Queiroz e escrito por toda a equipe AzMina!


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Livro "Notícias de homofobia no Brasil", da nossa colunista e professora da UnB Debora Diniz + imã de geladeira pra espantar o machismo (espia ele na nossa galeria!)


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Livro "Presos que menstruam", de Nana Queiroz, + um imã de geladeira pra espantar o machismo (espia ele na galeria!)


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Livro "O meu lugar", um delicioso apanhado de crônicas sobre a capital carioca, assinadas por nomes como Manuela Oiticica, Aldir Blanc e a repórter especial d'AzMina Ana Paula Lisboa.


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Nosso xodó: adesivo com arte que a diva Laerte fez com exclusividade pr'AzMina! Só existem 50 unidades dessa relíquia!

Ah, e com essa cota você também leva o nosso imã de geladeira e passa a fazer parte do nosso conselho editorial de leitores. Veja os prêmios na nossa galeria!


Recompensa #11
Para R$ 100 ou mais
3 apoiadores


Impressão 21x15 de um trabalho da fotógrafa Maria Ribeiro (espia na galeria!) pra você enquadrar e decorar sua casa com amor próprio!


Recompensa #12
Para R$ 100 ou mais
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Aquarela da artista Naima Saleh. Ela vai pintar à mão com um trecho de seu poema ou música favoritos!


Recompensa #13
Para R$ 200 ou mais
4 apoiadores


Palestra sobre introdução ao Feminismo da Nana Queiroz, Diretora de Redação da Revista AzMina (mais pra frente a gente te avisa da data, mas vai acontecer em São Paulo). Você também passa a fazer parte do conselho editorial de leitoras da Revista AzMina!


Recompensa #14
Para R$ 250 ou mais
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Aqui o seu presente é de outro tipo. Com esse valor você financia uma diária de hotel de uma repórter em campo. Ou seja: você vai saber que está nos ajudando a entrevistar crianças vítimas de abuso sexual nas rodovias do norte de Minas, as corajosas mulheres que estão no exército brasileiro, as modelos negras discriminadas no mundo da moda, e outras vozes que precisam ser ouvidas!


Recompensa #15
Para R$ 300 ou mais
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A recompensa aqui também de outra ordem. Com essa quantia a gente banca uma perna de passagem para nossas repórteres. Ou seja, você ajuda AzMina a ir até o norte de Minas investigar o maior pólo de exploração sexual infantil do país. A viajar pra Brasília e entrevistar a bancada evangélica sobre a laicidade do estado brasileiro. A conseguirmos te contar sobre a realidade das mulheres moradoras de rua em várias cidades brasileiras.


Recompensa #16
Para R$ 500 ou mais
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Impressão em fine art 30 x 45 cm de um trabalho da fotógrafa Julia Rodrigues (espia a foto na galeria).


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